Aproveite o novo ano e mude (para melhor) a sua vida!

Faz parte da vida surgir situações desagradáveis, desanimadoras, tristes e dolorosas. Momentos muito fortes e intensos que apesar de serem naturais da vida, se você não conseguir usar a sua força de ego, certamente entrará em declínio.

Perder aquele grande amor, descobrir uma traição, sofrer uma rejeição, perceber que apesar de todos os esforços não conseguiu atingir seus objetivos no relacionamento que há tempos deixa claro que está condenado ao fracasso, ter sofrido uma grande desilusão e decepção. Dentre tantos outros, são momentos tristes e complicados.

No momento em que alguém está vivendo essas situações, é extremamente difícil analisar o que está acontecendo de uma maneira clara e objetiva e, é nesta hora que é preciso ir em busca de um auxílio que ajude a ver a situação de maneira mais ”fria”, afinal quem está dentro desses acontecimentos obviamente não consegue enxergar direito e com mais transparência.

Cada pessoa reage de uma maneira diferente a tudo, há aquelas que passam a sentir pena de si mesmas, tem as que fazem da raiva uma mola propulsora para a superação e há aquelas que se deixam levar por doenças emocionais e consequentemente acabam optando por alimentar e remoer estas dores pelo resto de suas vidas.

Estas últimas costumam resgatar constantemente situações que aconteceram há muitos anos. Fazem questão de retomar com detalhes toda a dor sentida, trazem tudo para o presente até estas emoções voltarem como se estivessem acontecendo novamente e as vezes são como verdadeiros ”troféus” que essas recordações desagradáveis são mantidas.

Esses tipos de pessoas fazem questão de permanecerem presas às suas tristezas e a episódios dolorosos de sua história. Não conseguem virar a página e fazem questão de não superar os sofrimentos de relacionamentos passados. Não procuram perceber que sofrer faz parte da vida, pode acontecer com todos e ainda esquecem o principal, que além de necessário, é possível sim superar este sofrimento.

O que torna este mecanismo humano mais complicado é que todas as situações que surgem no presente que aparentam ser semelhantes são avaliadas pelos acontecimentos já vivenciados, afinal o passado torna-se uma constante presença. Então, essas pessoas não percebem que com estas atitudes, são lançadas voluntariamente para o campo do complexo de inferioridade e também uma pena a si mesmas passa a ser cultivada.

Existem sim várias opções de saídas para estes martírios ”sem fim” e a primeira delas é começar a perceber que muitas pessoas ao seu redor e que gostam muito de você também podem estar sofrendo bastante com esta situação que você alimenta e se encontra.

Tomar iniciativa para procurar fazer um grande esforço de se libertar deste ciclo vicioso; se auto-descobrir e assim enxergar quais ideias e objetivos deseja alcançar; estabelecer novos projetos de vida para um futuro melhor e mais saudável, pois não é porque fizeram você sofrer no passado que você deve continuar a fazer isso com si; olhar o que viveu como uma experiência de vida e jamais negar para si a possibilidade de ser feliz.

Estas tarefas não são nada fáceis e são desafiadoras, mas também não são impossíveis de alcançar e caso você sentir que não consegue elaborar estes conflitos e se libertar por si só, a psicoterapia é uma excelente indicação.

Um feliz 2017 a todos/as!

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Relacionamentos e conflitos

Quando um casal inicia um relacionamento há muito mais empolgação, energia, paciência e disponibilidade para procurar se conhecer, respeitar as singularidades e individualidades de cada um, enfim nesta fase de ”lua-de-mel” as diferenças são muito mais toleradas, respeitadas e aceitas com mais facilidade.

Com os passar dos anos, a rotina pode afetar essa forma tão harmoniosa de convivência. As coisas mudam com o tempo e aquela leveza como eram tratadas as diferenças individuais podem ir diminuindo gradualmente. Essas diferenças passam a ser mais evidenciadas e o que eram apenas singularidades, podem se tornar grandes ”defeitos”.

Todos os relacionamentos tem suas dinâmicas, singularidades e complexidades. Por mais que seja harmonioso, amoroso e feliz, todo relacionamento pode passar por problemas, crises, discussões e brigas ao longo do tempo.

Vários motivos podem influenciar o início de desentendimentos e brigas. Entre eles estão a falta de diálogo, a indiferença e falta de sensibilidade na aceitação dos assuntos e problemas apresentados pela outra parte e a falta de flexibilidade nos pensamentos e comportamentos de uma das partes ou do casal.

São variados os motivos que causam desentendimentos, sejam eles aparentemente insignificantes ou graves a depender do ponto de vista e da reação do outro. Se as coisas se arrastarem cada vez mais e se acumularem, muitas vezes podem trazer conflitos, mágoas e situações mal resolvidas. Com tudo isso, o relacionamento pode chegar ao fim.

Muitas vezes esses conflitos são camuflados por falta de diálogo e pouco interesse em resolve-los. Quanto mais se adia a resolução desses problemas de forma equilibrada e satisfatória para ambas as partes, a situação vai piorando. Crises sérias podem ser desencadeadas através de problemas e conflitos aparentemente pequenos se não forem resolvidos.

Com o tempo muitas pessoas costumam mudar, seja uma das partes ou o casal de forma simultânea. Por isso casal deve perceber o quanto é importante enfrentar essas mudanças e encontrar formas e alternativas de se adaptar e aprender a conviver com essas transformações de forma harmônica, se não a situação de convivência pode se tornar muito difícil.

Os desgastes e crises podem acontecer a qualquer momento e situação e é normal que venham com o tempo, o que não é saudável é que continuem e ainda que sejam persistentes pelos mesmos motivos. Por isso não se devem deixar problemas acumularem e sim enfrentá-los. O casal deve procurar pensar de forma sincera sobre o que os uniu acima de tudo e o que os levou a iniciar o relacionamento.

Portanto, o diálogo e o respeito são fundamentais para enfrentar os conflitos e encontrar soluções. É preciso procurar compreender o que está acontecendo entre o casal e provocando esta crise para que possam decidir continuar o relacionamento sem que guardem sentimentos desagradáveis implícitos que possam emergir no futuro.

Tentar evitar stress, conflitos e provocações são importantes . É preciso também procurar ter bom senso e equilíbrio no momento de falar o que pensa para não confundir opinião com insulto. Em um diálogo saudável, é preciso falar e também saber ouvir. Procurar respeitar o ponto de vista do outro e evitar se expressar de forma agressiva na qual possa se arrepender depois são caminhos para se evitar uma crise.

Por mais que  possamos ter certeza do quanto estamos certos em relação ao nosso ponto de vista, devemos procurar evitar fazer críticas a parentes e amigos da pessoa na qual se relaciona, pois isso pode magoar. Situações como essas de criticar família/amigos devem ser consideradas exceções.

Muitas vezes de boa-fé alertamos as pessoas sobre o quanto as decisões delas estão equivocadas e o quando as coisas acontecem do jeito que pensamos, por isso as vezes sentimos vontade de jogar na cara das pessoas o quanto as alertamos antes.

Se foi algo que aconteceu pela primeira vez devemos evitar lembrar alguém o quanto estava errado e esperar que façam o melhor da próxima vez. Se os mesmos erros persistirem aí então devemos voltar a alertar e podemos re-lembrar que avisamos antes.

Uma das piores causas de conflitos é quando se faz comparações, principalmente com relacionamentos anteriores. Se algo que a pessoa faz incomoda e não é considerada legal, o melhor é conversar, dizer o que pensa de forma respeitosa e com sensibilidade para evitar grandes e desnecessárias brigas que aceleram o desgaste do relacionamento e o encaminha para uma situação insuportável.

Assim sendo, é preciso haver um diálogo saudável e respeitoso e assim manter a confiança e a cumplicidade entre o casal. Isso é necessário para manter e fortalecer o vínculo e os sentimentos que uniu o casal e com isso mais cumplicidade na relação para resolver os conflitos e tornar mais sólida a identidade que o casal criou e que vai ajudar a manter a relação de forma feliz.

Muitas vezes os problemas vão surgindo e as pessoas pensam que agindo com indiferença e acreditando que fingir que esses problemas não existem vai ajudar a se livrar deles e acham que assim esses problemas vão sumir como num passe de mágica, enquanto na verdade pode alimentar um acúmulo de pequenos problemas que juntos podem a se tornar um efeito ”bola de neve”.

Por isso o melhor a fazer é tentar resolver cada conflito que for surgindo mesmo que pareça insignificante, mas ao mesmo tempo com calma e paciência. Um casal disposto em um relacionamento em que ainda há amor, sabe o quanto é importante e necessário se esforçar para recuperar a harmonia e a tranquilidade de antes.

Porém mesmo que se esforçando de todas as maneiras o casal não alcançou a solução de todos os conflitos ou que não conseguiram identificar todos eles com clareza para enfrenta-los, a melhor alternativa para chegar a uma solução é procurar uma ajuda profissional. A psicoterapia de casal certamente será um caminho interessante para que os conflitos possam ser identificados e solucionados.

 

Ansiedade nos relacionamentos

Muitas pessoas tem facilidades em conhecer muita gente atraente e  interessante, principalmente para possíveis relacionamentos afetivos, mas quando menos esperam, as coisas não saem do jeito esperado. Com a mesma facilidade que conseguem encontrar um grande círculo interessante e atraente, acabam também afastando essas pessoas.

No momento em que percebem o fracasso do (possível) relacionamento, evidentemente ficam muito tristes e confusas e sem entender o que fizeram de tão errado. Por insistência lutam inutilmente mesmo parecendo que as chances são pequenas e talvez até nulas na tentativa de dar sequência ao relacionamento que em alguns casos nem se quer tinha iniciado.

Isso ocorre com muitas pessoas e um dos motivos pode ser a ansiedade. Muitas vezes para escapar o mais rápido possível da solidão ou para viver uma linda e grande história de amor, as pessoas se deixam levar pela ansiedade e todos os sonhos depositados precocemente em um possível relacionamento pode se tornar um pesadelo.

Quando surge um primeiro encontro e logo depois a possibilidade de acontecer um novo relacionamento, muitas pessoas entram em uma ansiedade imensa que tende a devorá-las. Começa com as expectativas, ilusões e fantasias se sobrepondo ao que está acontecendo de verdade na vida real. A ansiedade pode envenenar tanto o corpo quanto a mente e isso pode prejudicar tudo.

Muitos criam tantas expectativas logo no encontro seguinte que em pouco tempo já estão planejando tantas coisas que seria preciso muito tempo para pensar e amadurecer a ideia. Por isso é preciso prestar atenção aos exageros que podem prejudicar um possível início de relacionamento que poderia dar certo.

Se a pessoa permite que a ansiedade (exagerada) tome conta de si a ponto de prejudicar o início de um novo relacionamento já é hora de procurar reconhecer e aceitar que não há como prosseguir uma relação afetiva, amorosa, feliz e saudável quando logo de inicio, é revelado total desespero.

A insegurança e o medo de que as coisas não aconteçam conforme os seus sonhos e suas expectativas, é muito comum e natural, mas chegar ao ponto de exagerar com planos e mais planos com uma pessoa que ainda nem conhece direito é o caminho certo para o fracasso e a frustração.

Os relacionamentos começam com expectativas e empolgação, mas as garantias ainda são incertas e só se tornam mais seguros e firmes depois de algum tempo. O início é sempre uma tentativa que aos poucos vai demonstrando e provando se realmente vale a pena prosseguir e também é nisso que vem os desafios para encarar o seu futuro e de não cair na rotina.

O medo de que as coisas não aconteçam como gostariam que fossem, gera uma grande ansiedade e pode levar muitas pessoas a tomar atitudes impensadas, precipitadas e não percebem que tudo isso assusta e afasta possíveis relacionamentos, sendo que o desejo  e  a intenção seria de aproximar e unir.

Então, na tentativa de minimizar as sensações e sentimentos que incomodam, as pessoas criam muitas expectativas, sonhos e ilusões cheias de imediatismos por conta própria, sem perceber que com estes mecanismos só geram mais ansiedade, insegurança e angústia. Com isso, surgem alterações de humor e comportamentos que podem se tornar instáveis.

Com a intenção de conseguir os resultados esperados há uma aceleração do pensamento e comportamento para que todos os desejos e expectativas ao possível relacionamento se realizem o mais rápido possível. Por isso, passam a idealizar o amor, a paixão, a relação e a pessoa amada como tão perfeita que na maioria das vezes acabam não correspondendo com a realidade.

Portanto, com todas essas sequências de sentimentos, pensamentos e comportamentos decorrentes da ansiedade, é previsível que acabe prejudicando o início de um possível relacionamento que mal teve chances de acontecer, de se tornar uma realidade e a ponto também de tornar-se firme, agradável e satisfatório.

Após todos esses acontecimentos negativos, as expectativas e sonhos se transformam em arrependimentos, frustrações, vazios, impotência e tristezas… Pensamentos de que tudo poderia ter sido diferente caso tivesse agido de outra forma. E com isso vem também a clássica pergunta: “Onde foi que eu errei?”.

Por esses motivos é necessário tentar se esforçar para controlar essa ansiedade que tanto prejudica, concentrando-se no presente, no momento em vez do amanhã. Dessa forma é possível evitar a repetição de todos esses dilemas que só geram sofrimento, discussões desagradáveis e tensão.

É preciso também prestar atenção em quais os detalhes e acontecimentos negativos mais frequentes em suas relações, pois são muito importantes para avalia-las. Se também tem criado qualidades inexistentes e fantasiosas nas pessoas que acabaram de conhecer e que ainda nem sabem direito quem é, se essas pessoas ainda estão com sentimentos mal resolvidos, se buscam ou não o mesmo tipo de relacionamento e intensidade.

Todas essas possibilidades podem acontecer e podem até mesmo estarem evidentes, mas que as vezes se tornam invisíveis porque a ansiedade é tão intensa que pode mascarar algo que está mais que claro, e que só se percebe depois que tudo já passou e deu errado. Por isso, é importante e necessário procurar recuperar o equilíbrio emocional para que a ansiedade não possa mais prejudicar possíveis relacionamentos.

Para quem costuma se deixar levar pela ansiedade, todo esse exercício é uma tarefa muito difícil. Mas a inciativa em tomar uma posição é muito importante para que as situações e acontecimentos não sejam sempre frustrantes, negativos e infelizes. Por isso, nada deve ser forçado e acelerado.

Então, é preciso deixar que as coisas aconteçam naturalmente, ”dar tempo ao tempo”, procurar conhecer melhor a pessoa antes para depois decidir se vale mesmo a pena investir em um relacionamento, e mesmo que isso pareça um velho clichê o melhor mesmo a fazer é ”deixar rolar”.

Muitas pessoas conseguem pelo menos atenuar a ansiedade praticando variados hobbies e alguns tipos de meditação que mais lhe agradam e se identificam. Porém, se as coisas não se resolverem de forma interna, é preciso procurar ajuda externa (amigos, psicoterapia) para que possa restabelecer o equilíbrio mental e emocional.

O sectarismo não tem uma face

Existe um estereotipo de que uma pessoa pode ser considerada antissocial (termo muitas vezes usado de uma forma própria no senso comum) e em alguns casos tem quem acredite  que uma pessoa pode ser até mesmo ”perigosa” apenas por não ser enturmada, falante e por aparentar ser séria. Claro que existem sim psicopatias que surgem de pessoas assim silenciosas e fechadas.

Mas também podem haver, e não são poucos os casos, as psicopatias que se originam de pessoas que são sempre consideradas muito animadas, de bem com a vida, descontraídas e muito falantes. Gente que costuma adorar contar piadas e que parecem muito alegres, simpáticas e divertidas.

E é nesse ponto que existe uma relação que pode ser encontrada em alguns casos de bullying e cyberbullying.

Algumas dessas pessoas ditas muito extrovertidas e populares podem sim ter uma tendência antissocial. E quando estão mal intencionadas usam toda a sua popularidade e carisma para atrair e convencer pessoas para participar de atividades e situações nada saudáveis.

Tem muita gente legal, boa, simpática que na boa-fé, embarca no cyber/bullying deste amigo mais “zoeiro” por achar que ele está fazendo apenas uma simples “brincadeira sadia e divertida”. Esse tipo de ”zoeiro” que de tanto dizer que odeia o ”politicamente correto tão chato dos dias de hoje” consegue arrastar um grande número de pessoas em suas investidas de assédio moral.

E nessas supostas ”brincadeiras inocentes” pode envolver ataques misóginos, homofóbicos, racistas, xenofóbicos e apologia a diversos tipos e níveis de violência. Sendo que há casos em que a violência física se torna um fato.

Nessa carona com o amigo carismático, ”zoeiro” e curtidor em seu ritual de linchamento moral, essa gente boa e legal as vezes acaba conseguindo até mesmo uma ficha criminal e não sabe o motivo porque acreditava que todo o ataque direcionado a alguém era apenas uma ”zoação” e que tudo hoje é preconceito.

Espera-se que os cyber/bullies sejam pessoas tímidas, isoladas, caladas e muito sérias. Nem sempre. Eles também podem estar por trás de gente muito influente, admirada, carismática, sociável, animada, curtidora, farrista, divertida, enturmada e supostamente amigável.

Muitos dessa turma considerada ”legal, curtidora e sociável” também podem ser preconceituosos e acreditarem que determinados tipos de pessoas devem apenas permanecerem em seus devidos ”lugares” e/ou então se incomodam muito com várias características que fogem do perfil de como as pessoas ”perfeitas” ou aceitáveis deveriam ser.

Então, se aproveitando de tanto carisma e popularidade essas pessoas atraem e arrastam um grande número de gente considerada de bem para realizarem assédios, ataques e linchamentos morais dos mais pesados, diversos e variáveis direcionados as vítimas.

E para a surpresa de muita gente vários desses bullies são gente considerada “divertida” e “animada” tanto nas redes sociais quanto em sua vida pessoal e social. Por isso mesmo é garantido o sucesso de atos tão mesquinhos, tão covardes, tão humilhantes, tão agressivos, tão preconceituosos e tão perversos.

É neste momento quando cai a máscara do “irreverente curtidor zoeiro” e de seus colegas  tão igualmente ”alegres e divertidos”. Demonstrando todos esses preconceitos de vários tipos, falta de respeito, intolerância, discriminação, ataques e agressões dos mais diversos segmentos.

Por isso é preciso também ser muito precavido e ser mais atento com pessoas que se utilizam de algum tipo de prestígio e poder para promover o ódio e a discriminação, mesmo que esse poder seja apenas através de alguma ”turma”. Pois esse poder envolve também privilégios sociais e que podem ser utilizados para cometer assédios do mais diversos estilos, intensidades e gravidades.

São por esses inúmeros motivos que muitas vezes devemos tomar cuidado em perceber se aqueles que são justamente os considerados os extrovertidos demais e muito carismáticos agem de uma forma honesta e ética. Por serem exatamente os mais queridinhos e por terem um ”harém” de admiradores para protege-los, são os que estarão acima de qualquer suspeita.